DESTOANTE

  • domingo, 11 outubro 2015 00:00
O volante Glaydson Almeida mostra pés no chão ao falar sobre acesso O volante Glaydson Almeida mostra pés no chão ao falar sobre acesso Alberto Oliveira

“Não podemos pensar, nem falar sobre acesso” afirma volante Glaydson Almeida

 

 

 

 

O discurso entusiasmado sobre acesso do CRB a Série A propagado pelo técnico Mazola Júnior, por boa parte do elenco regatiano e, principalmente por grande parte da torcida, não empolgou o volante Glaydson Almeida. Com um discurso “pés no chão”, o experiente volante está pensando em rodada a rodada e descarta o “oba-oba” de garantir o acesso para a elite do futebol brasileiro.

 

“Não podemos pensar, nem falar em acesso. Temos que pensar jogo a jogo. Se passarmos a falar em G4 vai começar a criar uma expectativa muito grande por parte do torcedor e isso contagia e, a gente começa a achar que é o time do campeonato. A gente tem que ter consciência que oscilamos bastante no campeonato e alguns resultados nos deram uma diferença curta de pontuação. Vamos vencer os confrontos diretos e ver o que podemos fazer mais à á frente”, pontuou o jogador.

 

Glaydson enumera a perda de pontos em casa e o baixo aproveitamento fora de casa, como fatores que tornam a briga pelo acesso muito algo ainda distante de sonhar.

“Alguns pontos que perdemos em momentos de oscilação está fazendo muita falta. Tivemos oscilações principalmente fora de casa e uma equipe que só venceu duas partidas fora de casa, acaba sendo muito pouco para se pensar em acesso. Se tivéssemos conseguido mais pontos fora de casa e, não tivéssemos bobeado em alguns momentos dentro de casa, poderíamos estar falando em acesso de maneira mais concreta”, afirmou o jogador.

 

O experiente volante regatiano finalizou seu posicionamento lembrando que não é preciso trocar o apoio do torcedor neste momento em que o time responde de forma muito positiva, por uma cobrança por um acesso, que segue sendo muito difícil.

 

“Ao falarmos sobre isso (acesso), o torcedor vai cobrar o acesso. Por isso que a gente tem que ter cuidado em falar sobre acesso. Hoje a gente sabe que ainda estamos um pouquinho longe e temos que seguir pensando em jogar, jogo a jogo”, finalizou, Glaydson.

 

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