Clássico com ou sem tempero?

 |  quarta, 01 junho 2022 00:00

CRB e CSA se enfrentam na noite desta quarta-feira, 1, pela 10ª rodada da Série B. O clássico sempre é muito cercado de expectativa.

No entanto, o clássico desta quarta-feira apresenta diversos aspectos que indicam um jogo ‘meia boca’. Tecnicamente falando, os times ainda não conseguiram encaixar. A recuperação do CRB com 100% nos últimos seis pontos disputados e os quatro pontos conquistados pelo CSA nos últimos seis disputados, mostram uma – ainda – insipiente reação. Aliados a este desempenho ainda instável, CRB e CSA perderam jogadores importantes na estratégia da equipe.

Os times estão separados por um ponto e duas posição. O CSA tem 11 pontos e ocupa a 11ª posição. O CRB é o 13º com 10 pontos. Os dois times também sabem que o empate é muito mais confortável em um clássico do que a derrota.

Na parte de expectativa por parte do torcedor, o clássico sempre movimenta os mais fanáticos. No entanto não é esperado um público que não deve chegar nem aos 10 mil torcedores. O preço está até bom, mas o horário, 21h30, o início do jogo, depois o torcedor terá a dificuldade de voltar para casa e ainda tem as fortes chuvas que tem castigado o Estado.

Apesar de ser um jogo super esperado, que mexe com a rivalidade e que ninguém quer perder, o primeiro clássico da Série B parece ser um clássico sem aquele tempero que deixa todos com um sabor gostoso. O clássico projeta a impressão de um clássico sem tempero.

A vítima da vez é o CRB

 |  quinta, 03 março 2022 00:00

Serão cinco jogos em um espaço de doze dias. Neste período, o CRB fará duas viagens, uma para o Rio de Janeiro e outra para Alagoinhas, no interior de Bahia. Sem contar que a partir da próxima terça-feira, o 'bicho vai pegar', pois o time regatiano enfrenta o ASA na terça-feira em Maceió, o Atlético em Alagoinhas na quinta e o CSE no sábado.

A sequencia insana tem no calendário, o grande culpado. Na verdade, o calendário é o grande câncer do futebol brasileiro. Ele expõe o clube, as comissões técnicas e os jogadores a situações inaceitáveis. Começamos uma temporada com doze a quinze dias de treinamento e a partir deste ponto são jogos duas vezes por semana, em alguns casos com viagens entre um jogo e outro, técnicos não conseguem treinar, jogadores não estão em condições físicas ideais e acabam sendo cobrados que apresentem um desempenho em alto nível desde o primeiro jogo em que entram em campo. O CRB ainda teve mais dois fatores - que não são comuns a todos- que dificultam ainda mais o começo da temporada: um surto de COVID que atingiu o elenco e a troca precoce de um técnico em meio a todos estes fatores expostos acima.

O novo técnico pega a continuidade do pacote e segue sem tempo para treinar, tendo que reprogramar o uso de um time reserva e que sem o desempenho esperado pressiona ainda mais um trabalho que ainda é imberbe. 

Mas os clubes, os técnicos, os jogadores ainda não tem força para reagir a este descalabro de coisas pois dependem de cotas, de compromissos comerciais e do sistema que a medida que ele precisa participar, é o mesmo sistema que o faz entrar em crise, que lhe leva a ter jogadores machucados, que lhe faz perder dinheiro e ser eliminado de competições. Isso fica evidenciado no posicionamento do próprio que 'aceitou' em função que a CBF aceitou adiar o jogo contra o Atlético-BA.

O momento que o CRB vai enfrentar está muito pautado pelo adiamento do jogo contra o Atlético-BA. Ah se o CRB imaginasse que enfrentaria isso, talvez optasse por sacrificar aquele jogo e não correr o risco de sacrificar uma, duas ou as três competições que está disputando paralelamente.

O calendário que faz tantas vítimas ao longo da temporada causará desconforto ao CRB neste momento, fato este que é prejudicial em momentos da Copa do Brasil, da Copa do Nordeste e do Campeonato Alagoano, que são decisivos e que podem definir o sucesso ou um fracasso na temporada.

Infelizmente neste cenário, a grande vítima é o CRB.

 

 

É difícil, mas por que não acreditar?

 |  domingo, 28 novembro 2021 00:00

 

 

 

O domingo reserva fortes emoções para os torcedores alagoanos. Neste domingo será disputada a rodada final da Série B e com CRB e CSA com chance de acesso a Série A.

Não há histórico das equipes alagoanas terem chegado a rodada final brigando por acesso. Portanto para nós da imprensa e para os torcedores este domingo trará uma situação inédita.

Apesar do entusiasmo com a possibilidade do acesso, a situação não é confortável. Isto porque o comando da rodada está com o Avaí. O time catarinense depende apenas do seu resultado para retornar a Série A. Se vencer o Sampaio Correia na Ressacada – lotada, pulsando, incentivando e pressionando a ‘Bolívia Querida’, o acesso estará garantido.

Já tem um tempo que me posicionei que não acredito no acesso, nem do CRB, melhor colocado, nem do CSA. No entanto, esta avaliação não é um desejo. Obvio que quando a bola rolar espero que o Avaí tropece e que um dos dois faça sua parte e chegue ao tão sonhado acesso.

Os nossos clubes precisam fazer a sua parte e torcer por resultados favoráveis. No caso do CRB, torcer para que o Avaí não vença, vale empate ou derrota. No caso do CSA, além da mesma situação em relação ao Avaí, é necessário que o CRB também não vença o Operário.

Além do agravante do Avaí comandar a rodada, os nossos clubes precisam acreditar que Sampaio e Operário mostrem competitividade, pois já não almejam nada na competição. Neste cenário difícil ‘entra em campo’ o incentivo financeiro como fator motivador para que os times pelo menos sejam competitivos. E olhe que o incentivo precisará ser grande para que o Sampaio, dono da quarta e Operário, dono da terceira, piores campanhas do returno façam frente a clubes em situação tão diferentes nesta rodada final.

É acreditar, torcer mas acima de tudo curtir um momento tão especial do futebol de Alagoas, que nenhum outro alagoano viveu.

Cruze os dedos, se apegue as suas crenças e espere que o domingo seja histórico para você regatiano ou para você azulino.

A hora de parar

 |  terça, 01 junho 2021 00:00

Novamente o atacante Zé Carlos frequenta as páginas de informações policiais. O novo capítulo desta série envolve – novamente – agressão a uma mulher, Lei Maria da Penha, prisão, pagamento de fiança e liberação.

Zé Carlos é reincidente. Já se envolveu em outras confusões e até mesmo no bairro de Chã da Jaqueira, onde cresceu, tem raízes e segundo informam, também tem desafetos.

Aos 38 anos, o Zé dos Gols não poderia encaminhar o encerramento de sua carreira desta maneira. Zé Carlos é o mais importante atacante alagoano que vi jogar com a camisa do CRB. No entanto, o comportamento dentro e fora de campo depõe contra o jogador.

Este ano não conclui sequer sua participação no Alagoano onde defendeu o Murici. Sem explosão, sem força, com dificuldades de atingir o peso ideal para atuar, Zé Carlos se encaminha para um final de carreira melancólica.

Nesta hora os amigos de copo não alertam do risco de confusões mais sérias ou até mesmo do risco de integridade física que o jogador corre. Zé Carlos precisaria ter um amigo sincero, que mandasse a real, que orientasse que no fim da carreira é momento de pensar na família, nos filhos e no legado principalmente da sua mãe.

Pelo que fez em campo, Zé Carlos não merece o fim melancólico, mas a escolha está nas mãos e nas atitudes dele. Se adotar um comportamento mais condizente ainda será lembrado – e até, referenciado – pelos gols, títulos e artilharia em clubes como CRB e Criciúma. Se optar pelo comportamento marginal, o atacante terá como mais fortes lembranças as confusões, as oportunidades perdidas e o desperdício de um talento que poderia ter o levado a muito, muito mais longe em sua carreira.

Esta decisão está nos pés do artilheiro. Metaforicamente é como uma cobrança de pênalti em um jogo importante. Zé Carlos pode bater, fazer o gol e se consagrar. Mas também pode bater, colocar para fora e ser o principal vilão da sua própria derrota.

Desejo realizado

 |  terça, 23 junho 2020 00:00

Foram quase 100 dias de ausência dos treinamentos. Mas a terça-feira, 23 de junho, marca o retorno dos clubes alagoanos as atividades. A suspensão das atividades durou exatamente 98 dias.

O retorno é cercado de expectativa para que os clubes apliquem o protocolo que possa trazer segurança para jogadores e funcionários. Mas por enquanto, o retorno as atividades ainda estão limitadas apenas aos treinamentos. Não existe possibilidade de retorno dos jogos.

A FAF se mostrou incomodada com a fala anterior do governador quando anunciou que iria liberar treinamentos apenas para equipes que disputariam competições nacionais e buscou diálogo com o Governador para incluir todas as equipes. Assim foi feito.

Mas mesmo com a liberação para o retorno dos treinamentos, apenas CSA e CRB retomaram as atividades. Os outros seis clubes só irão retomar as atividades a partir do instante que houver uma data concreta para o reinicio dos jogos. Isso é uma lógica financeira para quem não dispõe de recursos.

Agora caberá aos clubes a aplicação dos protocolos. Haverá um acompanhamento da FAF e relatórios deverão ser gerados pelos clubes e encaminhados a Secretaria Estadual de Saúde sobre a execução dos protocolos.

Há duas semanas, Fabio Lima, integrante do departamento médico do clube, falou sobre uma situação ideal e uma possível. A fala de Fábio Lima era ligada a questão de testagens. O ideal seria pelo menos uma testagem por semana, mas em virtude dos custos, é possível que os clubes não façam testes semanais.

Os treinos atendem um desejo dos clubes e alivia a pressão e o incomodo que cercavam dirigentes, comissões técnicas e jogadores demonstravam sem as atividades presenciais.

Entendo com plausível, o retorno aos treinamentos, seguindo todo o protocolo exigido, mesmo tendo a certeza que o futebol não é uma bolha isolado do restante da sociedade, mas a partir do momento que as autoridades sanitárias indicam um retorno é preciso torcer para que os clubes aproveitem este momento para tentar recondicionar e requalificar seus elencos e ofertando lastro físico para o retorno das competições.

Já o retorno das competições...

Isso é outra história.

Para que serve a base?

 |  quinta, 16 janeiro 2020 00:00

A resposta para a pergunta que dá origem a este post é simples: revelar.

Este é um princípio absolutamente prioritário. O primeiro objetivo é formar, ofertar bases, preparar, qualificar o jogador, colocá-lo em condições de subir para o time profissional.

Mas a base não é apenas isto. O segundo pilar da base é vender, negociar, fazer dinheiro com jogadores oriundos da base. Isto é um ciclo de realimentação. O clube investe, forma, prepara, pode usar ou não, vende. O ciclo só é fechado se o clube aproveitar parte deste recurso para realimentar a própria base. Reinvestir, fortalecer a cada dia o projeto da base.

Por último vem as conquistas. Se as duas outras serventias das divisões de base estiverem juntas será natural que conquistas possam surgir.

Ninguém quer um time derrotado ou se monta uma divisão de base para ser derrotada, não ganhar nada. Vencer, projetar seu clube é preciso, mas não é a prioridade.

Sou radical nos exemplos mas eles estabelecem um parâmetro importante. Se um clube for campeão por dez anos seguidos e não revelar, formar, colocar jogadores prontos para os time profissional, entendo que o trabalho não é bom. O contrário já entendo como positivo – em cima da visão e das respostas ao questionamento da pergunta inicial, se um clube passar dez anos sem vencer uma competição, mas a cada ano levar para o profissional um ou dois jogadores com potencial de aproveitamento na equipe principal ou com perspectiva de venda, estará realizando um grande trabalho na base.

Base é isso. Cobrar da base vitórias, conquistas, títulos, é uma visão limitada e resultadista. E estas duas qualidades em nada colabora com uma base forte.

Para os que estão chateados, ‘pocando pelas costas’, existe o mundo possível e o mundo ideal. O ideal é juntar tudo, formar, revelar, usar no profissional, valorizar, vender e conquistas. Este mundo ideal tem o Flamengo como uma expressão. Tem investido pesado na base, tem formado e revelado , aproveitado no time principal, negociado – e, muito bem por sinal – e conquistado quase tudo que tem disputado e para finalizar, reinveste o valor para formar mais, revelar mais, vender mais, conquistar mais....e assim o ciclo é realimentado.

Cuspindo no prato que comeu

 |  quarta, 20 novembro 2019 00:00

Até tentei falar, ouvir, ler, me informar com alguém da direção do CSA sobre algo concreto que explicasse a atitude em afastar três jogadores nesta reta final da Série A, mas não encontrei nada, nenhuma informação plausível sobre o assunto.

Um posicionamento vago, uma informação protocolar. Apenas isso.

Didira, Celsinho e Carlinhos tiveram suas férias antecipadas. Claro que é direito do clube, mesmo sem uma explicação, uma justificativa plausível.

Entendo que principalmente Didira merecia um outro tratamento e que o CSA, como clube, trata mal, afasta um ídolo, um símbolo da ascensão meteórica do clube no cenário nacional.

Estava no Mutange, no dia de anuncio do elenco do CSA para a temporada 2016. Mutange lotado e a torcida só esperava um nome: Didira.

Cícero foi contratado como o grande primeiro reforço de um projeto azulino vitorioso. Didira atravessou com altos e baixos, entendo, que mais altos que baixos, toda a vitoriosa trajetória nacional e a recuperação da hegemonia local, com um bicampeonato, sendo inclusive, protagonista no primeiro título conquistado pelo CSA; gol marcado, melhor jogador e um discurso contundente, de liderança, de ídolo em um vídeo produzido pelo próprio clube. Quem não lembra de Didira colocando para o grupo que ‘não era um derrotado’ que não ‘queria ser um derrotado’ no momento antes da decisão contra o CRB.

Didira teve dificuldades em algumas renovações, brigou por valorização, mas para muitos azulinos, Didira é o jogador mais vitorioso da história azulina. Ele conquistou o coração de alguns – e, não são poucos – torcedores que conheço.

Sem uma explicação mais aceitável, sem uma fala mais contundente, entendo que ás férias antecipadas são um desrespeito a um ídolo, até mesmo o mais importante desta fase de projeção nacional do clube. A direção azulina precisa vir a público de forma clara dizer porque ás férias antecipadas, porque a liberação, porque se trata de forma tão desrespeitosa um jogador como Didira.

A vergonha que Antônio Albuquerque faz Marta passar

 |  sábado, 14 setembro 2019 00:00

 

 

 

Marta é uma alagoana de fibra. Sertaneja, venceu todos os desafios que lhe foram postos na vida. Uma alagoana que orgulha o estado por sua postura, pelos seus feitos, por suas conquistas.

Mas desde a última quinta-feira, quando a Assembleia Legislativa de Alagoas aprovou um projeto estapafúrdio de autoria do deputado Antônio Albuquerque, que muda o nome do Estádio Rei Pelé para Estádio Rainha Marta, que essa alagoana de fibra – determinada e vencedora – está envergonhada.

Antes que gritem e esbravejem, não falei com Marta, não a ouvi sobre o assunto. O que imagino é a sensação de vergonha em função de uma descabida homenagem, que de tão ‘sem propósito’, coloca a rainha em uma saia justa.

A reação nas redes sociais, entre membros da imprensa local e nacional foi a pior possível e quase como um mantra, ouço e leio a repetição: Marta, enquanto jogadora, merece todos as homenagens, mas não uma em detrimento de Pelé.

Marta é praticamente uma unanimidade em Alagoas mas a maioria rechaça a homenagem em prejuízo do maior nome do futebol mundial. Tal como aquele velho bordão do narrador Januário de Oliveira, “Está aí o que você queria”, deputado.

Argumentos, os mais baixos e mentirosos possíveis foram usados. “Pelé nunca esteve aqui” – mentira. “Pelé nunca ligou para Alagoas, nem para o estádio que leva seu nome” – mentira também.

Pelé esteve aqui sempre que chamado. Sempre que possível marcou presença no único estádio do planeta que leva seu nome. Na última vez em que ele esteve aqui foi cortês, paciente, simpático com todos, fossem adultos ou crianças, súditos ou não.

Confesso ter muita curiosidade em saber como Marta se sente ao ouvir que mudar o nome do estádio, de Rei Pelé para Rainha Marta é uma descortesia, um desrespeito.

Alguns deputados alertaram diversos motivos para a infame homenagem não ser prestada. Marcos Barbosa, presidente do CRB, foi um deles. Foi cirúrgico, técnico na sua opinião defendendo o voto contrário a homenagem:  a ideia é inconstitucional. E Marcos Barbosa não é contra Marta.

Mas a maioria dos nobres deputados da Casa de Tavares Bastos entenderam de maneira diferente e mais uma vez, conseguem expor o Estado de Alagoas a uma vergonha nacional. E olha que existe tantas coisas, tantas ações para os deputados alagoanos se preocuparem e legislarem em nome do povo...

Tudo está perdido, então?

Claro que não.

Há ainda, o veto que cabe ao governador Renan Filho. Caso Renan embarque nessa bobagem descomunal, ainda assim, haverá o crivo popular que permanecerá, por longos anos, chamando o Estádio pelo seu nome: Rei Pelé.

Em alguns anos, o nome do proponente será esquecido. Mas se o Estádio tiver mudado de nome, Marta carregará para sempre uma homenagem polêmica, questionada e que tem como pano de fundo o desrespeito, a descortesia com o cidadão que mais elevou o esporte que Marta ama.

Marcelo Chamusca e a sua maneira de fazer Neston

 |  sábado, 27 julho 2019 00:00

Existem mil e uma maneiras de fazer Neston. O slogan do produto tinha como intenção mostrar a versatilidade de maneiras para consumir o referido produto. O futebol também tem esta versatilidade.

Existem mil e uma maneiras de ver futebol. Isso foi comprovado pelo ótimo plano de jogo traçado pelo técnico Marcelo Chamusca que proporcionou a vitória do CRB sobre o Botafogo (SP).

Falando claramente sempre é cobrado a utilização de um meia para articular a equipe. Chamusca traçou um plano sem um meia de origem no time. A solução encontrada pelo treinador está rigorosamente dentro do que preconiza o futebol moderno: meio campistas que marcam sem a bola e que jogam com a posse de bola.

Foi justamente isso que fizeram os dois volantes Ferrugem e Lucas Abreu. Em especial, Ferrugem que fez uma partida de excelência. Roubou bola, desarmou, armou, deu assistência, fez gol.. Ele entendeu o plano de jogo, executou com perfeição e desequilibrou a partida em favor do CRB.

Marcelo Chamusca encontrou o modelo perfeito?

Não, entendo que não.

Ele usou uma das ‘mil e umas alternativas’ para se fazer futebol. Isso pelo plano de jogo, características do adversário e pela necessidade de descansar alguns jogadores. É muito provável que Felipe Ferreira seja titular na próxima partida.

Mérito de Chamusca que mostrou repertório. Mérito dos jogadores que executaram o plano com perfeição. Mérito para o CRB que conseguiu uma vitória maiúscula.

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